...

Dra. Marjorie Caldellas

Psiquiatra

atendimento on-line em saúde mental do adulto, Angra Dos Reis, atendimento presencial em saúde mental do adulto
Marcar uma visita Entre em contato

Informações sobre mim

Poucas palavras...

Acredito que cada pessoa merece ser ouvida com atenção, respeito e sem julgamentos.

Meu propósito é oferecer um cuidado individualizado em saúde mental, acolhendo pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, estresse, sobrecarga emocional, alterações de humor, luto, insônia e outras formas de sofrimento psíquico.

Busco aliar uma avaliação clínica cuidadosa a um plano terapêutico construído em conjunto, sempre respeitando sua história, seu momento de vida e seus objetivos.

A duração e a frequência dos atendimentos são ajustadas às suas necessidades, e eu realizo atendimentos presenciais e online com ética, privacidade e dedicação.

Priorizo uma escuta qualificada, cuidados baseados em evidências científicas e a construção de um vínculo de confiança, para promover equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida.

Se você sente que chegou o momento de cuidar da sua saúde mental, será um prazer acolhê-lo(a) e caminhar ao seu lado nesse processo.

Especialidades
  • Psiquiatria Ambulatorial
  • Psiquiatria Adulto
  • Psiquiatria Clínica
  • Saúde mental da mulher
Número de registro
  • CRM RJ 1376167
  • - RQE não encontrado (PSIQUIATRA)
Formação
  • Medicina (Universidade Estácio de Sá)
  • Psiquiatria (Faculdade Mar Atlântico) – Em andamento
Idiomas
  • Português
Certificados
Publicações
  • Antidepressivos causam dependência? Uma dúvida frequente entre pacientes que recebem indicação para tratamento com antidepressivos é o medo de desenvolver dependência. De modo geral, os antidepressivos utilizados habitualmente para depressão e transtornos de ansiedade não apresentam o padrão de dependência caracterizado por comportamento compulsivo, perda de controle sobre o consumo e busca persistente pela substância. Existe, entretanto, um fenômeno diferente que merece ser conhecido: a síndrome de descontinuação. Quando determinados antidepressivos são interrompidos abruptamente, algumas pessoas podem apresentar sintomas como tontura, náusea, alterações do sono, irritabilidade, ansiedade ou mal-estar. A ocorrência desses sintomas não deve ser interpretada automaticamente como “vício”. Por esse motivo, a retirada do medicamento, quando indicada, costuma ser planejada de maneira individualizada e progressiva. Também não existe uma duração única de tratamento válida para todas as pessoas. Diagnóstico, intensidade do quadro, episódios anteriores, resposta terapêutica e risco de recaída são alguns dos fatores considerados. Ter receio ou dúvidas sobre uma medicação é legítimo. Conversar abertamente sobre benefícios, riscos, alternativas e duração prevista do tratamento faz parte de uma boa decisão compartilhada entre médico e paciente. Este texto possui finalidade educativa e não substitui avaliação médica individual.
  • Depressão não é apenas tristeza: entenda a diferença Sentir tristeza faz parte da vida. Perdas, frustrações e mudanças podem provocar sofrimento emocional, e isso nem sempre significa que existe uma doença. A depressão, por outro lado, é um transtorno mental reconhecido pela medicina. Ela vai além de um momento difícil e pode comprometer significativamente a qualidade de vida, os relacionamentos, o desempenho profissional e o autocuidado. Entre os sintomas mais comuns estão: * humor deprimido na maior parte do dia; * perda de interesse ou prazer em atividades antes consideradas agradáveis; * alterações do sono (insônia ou excesso de sono); * alterações do apetite ou do peso; * cansaço persistente; * dificuldade de concentração; * sentimentos de culpa excessiva ou inutilidade; * diminuição da energia; * pensamentos recorrentes sobre morte ou desesperança, em alguns casos. É importante lembrar que nem toda tristeza é depressão, assim como nem toda depressão se manifesta apenas com tristeza. Algumas pessoas apresentam principalmente irritabilidade, desânimo, perda de motivação ou sintomas físicos, como dores persistentes e fadiga. O diagnóstico deve ser realizado por um médico, considerando a história clínica, os sintomas apresentados e seu impacto na rotina. Não existe um exame de sangue ou de imagem capaz de confirmar, isoladamente, o diagnóstico de depressão. A boa notícia é que a depressão tem tratamento baseado em evidências científicas. Dependendo de cada caso, ele pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou a combinação dessas abordagens. O plano terapêutico deve ser individualizado. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É um passo importante para recuperar a saúde e a qualidade de vida. Se você ou alguém próximo apresenta sintomas persistentes que interferem nas atividades do dia a dia, procure uma avaliação profissional. O tratamento precoce pode favorecer uma recuperação mais rápida e reduzir o impacto da doença. Escuta • Ciência • Cuidado Cada história merece ser ouvida com cuidado. Depressão não é apenas tristeza: entenda a diferença Sentir tristeza faz parte da vida. Perdas, frustrações e mudanças podem provocar sofrimento emocional, e isso nem sempre significa que existe uma doença. A depressão, por outro lado, é um transtorno mental reconhecido pela medicina. Ela vai além de um momento difícil e pode comprometer significativamente a qualidade de vida, os relacionamentos, o desempenho profissional e o autocuidado. Entre os sintomas mais comuns estão: * humor deprimido na maior parte do dia; * perda de interesse ou prazer em atividades antes consideradas agradáveis; * alterações do sono (insônia ou excesso de sono); * alterações do apetite ou do peso; * cansaço persistente; * dificuldade de concentração; * sentimentos de culpa excessiva ou inutilidade; * diminuição da energia; * pensamentos recorrentes sobre morte ou desesperança, em alguns casos. É importante lembrar que nem toda tristeza é depressão, assim como nem toda depressão se manifesta apenas com tristeza. Algumas pessoas apresentam principalmente irritabilidade, desânimo, perda de motivação ou sintomas físicos, como dores persistentes e fadiga. O diagnóstico deve ser realizado por um médico, considerando a história clínica, os sintomas apresentados e seu impacto na rotina. Não existe um exame de sangue ou de imagem capaz de confirmar, isoladamente, o diagnóstico de depressão. A boa notícia é que a depressão tem tratamento baseado em evidências científicas. Dependendo de cada caso, ele pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou a combinação dessas abordagens. O plano terapêutico deve ser individualizado. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É um passo importante para recuperar a saúde e a qualidade de vida. Se você ou alguém próximo apresenta sintomas persistentes que interferem nas atividades do dia a dia, procure uma avaliação profissional. O tratamento precoce pode favorecer uma recuperação mais rápida e reduzir o impacto da doença. Escuta • Ciência • Cuidado Cada história merece ser ouvida com cuidado. Depressão não é apenas tristeza: entenda a diferença Sentir tristeza faz parte da vida. Perdas, frustrações e mudanças podem provocar sofrimento emocional, e isso nem sempre significa que existe uma doença. A depressão, por outro lado, é um transtorno mental reconhecido pela medicina. Ela vai além de um momento difícil e pode comprometer significativamente a qualidade de vida, os relacionamentos, o desempenho profissional e o autocuidado. Entre os sintomas mais comuns estão: * humor deprimido na maior parte do dia; * perda de interesse ou prazer em atividades antes consideradas agradáveis; * alterações do sono (insônia ou excesso de sono); * alterações do apetite ou do peso; * cansaço persistente; * dificuldade de concentração; * sentimentos de culpa excessiva ou inutilidade; * diminuição da energia; * pensamentos recorrentes sobre morte ou desesperança, em alguns casos. É importante lembrar que nem toda tristeza é depressão, assim como nem toda depressão se manifesta apenas com tristeza. Algumas pessoas apresentam principalmente irritabilidade, desânimo, perda de motivação ou sintomas físicos, como dores persistentes e fadiga. O diagnóstico deve ser realizado por um médico, considerando a história clínica, os sintomas apresentados e seu impacto na rotina. Não existe um exame de sangue ou de imagem capaz de confirmar, isoladamente, o diagnóstico de depressão. A boa notícia é que a depressão tem tratamento baseado em evidências científicas. Dependendo de cada caso, ele pode incluir psicoterapia, medicamentos, mudanças no estilo de vida ou a combinação dessas abordagens. O plano terapêutico deve ser individualizado. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É um passo importante para recuperar a saúde e a qualidade de vida. Se você ou alguém próximo apresenta sintomas persistentes que interferem nas atividades do dia a dia, procure uma avaliação profissional. O tratamento precoce pode favorecer uma recuperação mais rápida e reduzir o impacto da doença. Escuta • Ciência • Cuidado Cada história merece ser ouvida com cuidado. Baseado em recomendações e diretrizes da: * American Psychiatric Association (APA) * National Institute for Health and Care Excellence (NICE) * Organização Mundial da Saúde (OMS) * National Institute of Mental Health (NIMH)
  • Toda pessoa com depressão precisa tomar antidepressivo? Não necessariamente. A depressão pode apresentar diferentes níveis de intensidade e repercussão na vida de cada pessoa. Por isso, receber esse diagnóstico não significa automaticamente que o tratamento será igual para todos. Existem tratamentos psicológicos eficazes para depressão e, em determinadas situações, medicamentos antidepressivos também podem ser indicados. A escolha depende de aspectos como intensidade e duração dos sintomas, comprometimento do funcionamento cotidiano, episódios anteriores, condições clínicas associadas, resposta a tratamentos prévios e preferências do paciente. Em alguns casos, a psicoterapia pode ocupar papel central. Em outros, medicamentos podem ser recomendados. Há ainda situações em que a associação entre diferentes estratégias é considerada mais apropriada. Isso ajuda a compreender por que duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber propostas terapêuticas diferentes. O tratamento deve ser construído a partir de uma avaliação individualizada e de decisão compartilhada entre paciente e profissional. Também é importante não iniciar, alterar doses ou interromper antidepressivos por conta própria. Informação de qualidade ajuda a substituir o medo por decisões mais conscientes sobre saúde mental.
  • Insônia: quando uma noite mal dormida se transforma em um problema? Dormir mal ocasionalmente é comum. Estresse, preocupações, mudanças na rotina e acontecimentos importantes podem interferir temporariamente no sono. Por isso, uma noite ruim isolada não significa necessariamente que uma pessoa tenha insônia. A dificuldade merece maior atenção quando se torna frequente, persiste ao longo do tempo e começa a provocar sofrimento ou consequências durante o dia. Quais são os principais sintomas de insônia? Insônia não significa apenas “não conseguir dormir”. Ela pode se manifestar como dificuldade para adormecer, despertares frequentes durante a noite, dificuldade para voltar a dormir ou despertar antes do horário desejado, apesar de existir oportunidade adequada para o sono. Também é importante observar o dia seguinte. Cansaço, sonolência, irritabilidade, dificuldade de concentração, baixa energia ou motivação e prejuízo no funcionamento cotidiano podem acompanhar um sono inadequado. Dormir muitas horas significa dormir bem? Não necessariamente. A avaliação do sono não depende apenas do número de horas dormidas. Continuidade, regularidade, qualidade percebida e repercussões durante o dia também são importantes. Quando procurar ajuda para insônia? Vale procurar avaliação quando a dificuldade para dormir se torna recorrente, causa sofrimento, compromete o funcionamento durante o dia ou começa a prejudicar trabalho, estudos, relacionamentos, bem-estar ou qualidade de vida. A avaliação profissional também permite investigar fatores que podem estar associados à alteração do sono, incluindo hábitos e rotina, condições clínicas, medicamentos ou substâncias, outros transtornos do sono e condições de saúde mental. O tratamento da insônia sempre precisa de medicamento? Não. Para adultos com insônia crônica, a Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCC-I) é recomendada como tratamento de primeira linha por importantes diretrizes clínicas. A TCC-I trabalha pensamentos e comportamentos relacionados à manutenção da dificuldade para dormir. Medicamentos podem ser considerados em determinadas situações, conforme as características e necessidades de cada pessoa. Dormir bem também faz parte do cuidado com a saúde. Se a dificuldade para dormir deixou de ser ocasional e passou a interferir na sua vida, uma avaliação pode ajudar a compreender o que está acontecendo e quais estratégias são mais adequadas para o seu caso. Se esta informação foi útil, salve para consultar novamente ou compartilhe com alguém que possa se beneficiar dela. Palavras-chave: insônia, dificuldade para dormir, tratamento da insônia, quando procurar ajuda para insônia, insônia crônica, TCC-I, qualidade do sono, saúde mental do adulto, sono e saúde mental #Insônia #DificuldadeParaDormir #QualidadeDoSono #SaúdeMental #SaúdeMentalDoAdulto #TCCI Referências científicas: • Riemann D et al. The European Insomnia Guideline: an update on the diagnosis and treatment of insomnia 2023. Journal of Sleep Research, 2023 • American Academy of Sleep Medicine (AASM). Behavioral and Psychological Treatments for Chronic Insomnia Disorder in Adults: Clinical Practice Guideline • American Academy of Sleep Medicine (AASM). Insomnia Toolkit.
  • Crise de ansiedade: o que fazer quando a ansiedade aumenta de repente? Uma elevação intensa da ansiedade pode provocar sintomas físicos e emocionais bastante desconfortáveis. Palpitações, tremores, suor, tensão, tontura, alterações da respiração, desconforto no peito e sensação de que algo ruim está prestes a acontecer são alguns exemplos. Embora estratégias de autorregulação possam ajudar naquele momento, é importante compreender que elas não substituem a investigação da causa quando os episódios são recorrentes. O que fazer durante uma crise de ansiedade? Uma primeira medida é reconhecer o que está acontecendo sem tentar combater imediatamente cada sensação. Também pode ser útil reduzir gradualmente o ritmo da respiração, inspirando suavemente e soltando o ar devagar, sem realizar respirações excessivamente profundas ou forçadas. Outra possibilidade é utilizar uma técnica de grounding, direcionando a atenção para informações concretas do ambiente — aquilo que você consegue ver, tocar, ouvir, cheirar ou saborear. Quando possível, diminuir estímulos ambientais e permanecer em um local mais tranquilo também pode ajudar. Quando procurar ajuda para ansiedade? Vale procurar avaliação quando os episódios se tornam recorrentes, surge medo persistente de uma nova crise, você começa a evitar lugares ou situações ou a ansiedade passa a interferir no trabalho, estudos, sono, relacionamentos ou qualidade de vida. A avaliação permite compreender se os sintomas estão relacionados a um transtorno de ansiedade, ataques de pânico, outra condição de saúde mental ou até mesmo a causas clínicas que precisam ser investigadas. Nem todo sintoma físico é causado pela ansiedade Esse ponto merece atenção especial. Sintomas como dor no peito, falta de ar, desmaio ou manifestações físicas novas, intensas ou diferentes do padrão habitual não devem ser automaticamente interpretados como ansiedade. Dependendo das características e do contexto, pode ser necessária avaliação médica. Referências científicas: • NICE — Generalised anxiety disorder and panic disorder in adults: management (CG113) • National Institute of Mental Health (NIMH) — Anxiety Disorders • World Health Organization (WHO) — Doing What Matters in Times of Stress
  • Depressão nem sempre parece tristeza: conheça sinais que podem passar despercebidos Quando se fala em depressão, muitas pessoas imaginam tristeza intensa, choro frequente e incapacidade de realizar atividades cotidianas. Essas manifestações podem ocorrer, mas a depressão não se apresenta da mesma maneira em todas as pessoas. Um dos sinais importantes é a anedonia, termo utilizado para descrever a diminuição importante do interesse ou da capacidade de sentir prazer em atividades anteriormente significativas. Também podem ocorrer alterações do sono e do apetite, redução da energia, dificuldade de concentração, sentimentos de inutilidade ou culpa, alterações psicomotoras e pensamentos relacionados à morte, além do humor deprimido. Em algumas pessoas, irritabilidade, afastamento social e uma sensação persistente de esforço para cumprir tarefas podem chamar mais atenção do que a própria tristeza. É possível ter depressão e continuar trabalhando? Sim. O funcionamento não é necessariamente uma medida precisa do sofrimento emocional. Algumas pessoas continuam cumprindo responsabilidades profissionais, familiares e sociais, embora estejam experimentando sintomas clinicamente relevantes. Por isso, esperar que alguém “pare de funcionar” para considerar a possibilidade de adoecimento pode atrasar a procura por avaliação. Um sintoma isolado significa depressão? Não. Cansaço, insônia, irritabilidade ou dificuldade de concentração, por exemplo, podem ocorrer em diversas situações e condições clínicas. O diagnóstico exige avaliação do conjunto de sintomas, duração, intensidade, impacto funcional, história clínica e possíveis diagnósticos diferenciais. Quando procurar avaliação? Quando mudanças de humor, interesse, energia, sono, apetite, concentração ou comportamento persistem, causam sofrimento ou começam a interferir na vida cotidiana, procurar avaliação profissional é apropriado. Reconhecer precocemente uma mudança não significa atribuir um diagnóstico a si mesmo. Significa permitir que aquilo que está acontecendo seja adequadamente compreendido. • American Psychiatric Association — Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, DSM-5-TR • NICE — Depression in adults: treatment and management — NG222 • National Institute of Mental Health — Depression • World Health Organization — Depressive disorder (depression)
  • Burnout ou cansaço: como perceber quando o trabalho está ultrapassando seus limites? É comum terminar períodos mais exigentes do trabalho sentindo cansaço, irritação ou necessidade de descanso. Isso, isoladamente, não significa burnout. A Síndrome de Burnout, ou esgotamento profissional, está relacionada ao estresse crônico no ambiente de trabalho que não foi adequadamente manejado. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o burnout apresenta três dimensões principais: 1. Exaustão ou redução importante da energia A pessoa pode perceber que iniciar ou manter suas atividades profissionais exige cada vez mais esforço. 2. Distanciamento mental do trabalho Podem surgir indiferença, negativismo, cinismo, irritabilidade ou sensação de desconexão em relação às atividades profissionais. 3. Redução da sensação de eficácia profissional A pessoa pode começar a sentir que não consegue produzir como antes ou que, independentemente do esforço realizado, nunca é suficiente. A OMS classifica burnout como um fenômeno ocupacional, e não como uma condição médica isolada. Também orienta que o termo seja utilizado especificamente no contexto do trabalho. Qual é a diferença entre burnout e cansaço comum? O cansaço decorrente de um período exigente tende a melhorar quando existe oportunidade adequada de descanso e recuperação. No burnout, além da exaustão, a própria relação com o trabalho pode se modificar. A pessoa pode descansar e ainda perceber que continua emocionalmente esgotada, distante do trabalho ou com sensação persistente de baixa eficácia. Burnout e depressão são a mesma coisa? Não. Alguns sintomas podem se sobrepor, como cansaço, dificuldade de concentração, alterações do sono e perda de motivação. Por isso, quando os sintomas são persistentes ou importantes, é adequado realizar uma avaliação clínica para diferenciar burnout de depressão, transtornos de ansiedade, alterações do sono, condições clínicas e outros fatores que podem contribuir para o quadro. Quando procurar ajuda? Vale procurar avaliação quando o esgotamento se torna persistente, começa a provocar sofrimento importante ou passa a interferir no sono, relacionamentos, saúde física, concentração e capacidade de realizar atividades profissionais ou pessoais. O Ministério da Saúde também destaca que os sintomas podem começar de maneira leve e se intensificar progressivamente, sendo recomendável buscar apoio ao perceber sinais persistentes. Referências científicas: • Organização Mundial da Saúde — Burn-out an occupational phenomenon: ICD-11 • Organização Mundial da Saúde — Burn-out: Frequently Asked Questions • Ministério da Saúde — Síndrome de Burnout • CID-11 — Organização Mundial da Saúde
  • Quando o corpo para, mas a mente continua em alerta Você deita para descansar, mas começa a repassar conversas, antecipar problemas, organizar mentalmente o dia seguinte ou pensar em tudo ao mesmo tempo. Isso pode acontecer em períodos de estresse, ansiedade ou sobrecarga emocional. Alguns sinais podem aparecer juntos: dificuldade para relaxar, sono pouco reparador, irritabilidade, sensação de cansaço constante e pensamentos que parecem não desacelerar. Nem sempre descansar mais é suficiente. Quando a mente permanece em estado de alerta por muito tempo, é importante compreender o que está sustentando esse funcionamento. Cada pessoa tem uma história, um contexto e necessidades próprias. Por isso, uma avaliação cuidadosa ajuda a diferenciar uma fase de maior sobrecarga de situações que podem precisar de acompanhamento específico. Você não precisa esperar chegar ao limite para olhar para a sua saúde mental.
  • Nem toda tristeza é depressão. A tristeza faz parte da experiência humana e pode surgir diante de perdas, frustrações, conflitos ou fases difíceis. O que merece atenção é quando essa mudança persiste, se intensifica e começa a interferir na rotina, no sono, nos relacionamentos, no trabalho ou na capacidade de sentir prazer. Às vezes, esse sofrimento nem aparece apenas como tristeza. Pode se manifestar como irritabilidade, isolamento, cansaço, perda de interesse, redução de energia ou sensação de que os dias estão ficando todos iguais. Ter um ou alguns desses sintomas não significa, por si só, ter depressão. A avaliação considera duração, intensidade, contexto, impacto na vida e o conjunto de sinais apresentados. Não é preciso esperar chegar ao limite para procurar ajuda. Quando algo muda e permanece, vale olhar com atenção.
  • Muita gente pensa na insônia apenas como dificuldade para dormir. Mas, na prática, ela pode estar relacionada a diferentes fatores, como hábitos inadequados, excesso de cafeína, dor, estresse, sintomas depressivos, ansiedade, doenças clínicas e outros distúrbios do sono. Além da noite ruim, é importante observar o que acontece durante o dia. Irritação, cansaço persistente, dificuldade de concentração, desânimo e queda no rendimento também podem fazer parte do quadro. Por isso, o cuidado com a insônia não deve se limitar a buscar sono a qualquer custo. O mais importante é compreender o contexto, investigar causas possíveis e avaliar qual abordagem faz mais sentido para cada pessoa. Quando o sono muda e isso começa a interferir na vida, vale buscar avaliação.
  • Neste Setembro Amarelo, tive a oportunidade de participar de uma ação promovida pelo IDEAS, conversando sobre saúde mental, prevenção e a importância da escuta. Momentos como esse reforçam que informação de qualidade e espaços seguros para diálogo também fazem parte do cuidado. Falar sobre sofrimento emocional de maneira responsável, acolhedora e sem julgamentos pode facilitar o reconhecimento de sinais de alerta e a procura adequada por ajuda. Agradeço ao IDEAS e à equipe responsável pelo convite e pela oportunidade de contribuir com esse encontro. Cuidar da saúde mental é um compromisso que precisa continuar durante todo o ano.
  • A arte também pode cuidar Ao assistir a Nise: O Coração da Loucura, uma ideia permaneceu comigo: a de que o cuidado em saúde mental não deve reduzir uma pessoa ao seu sofrimento. Nise da Silveira mostrou, em sua prática, a importância de olhar para além do sintoma, reconhecendo singularidade, história, expressão e possibilidade de reorganização. A arte, nesse contexto, não aparece como ornamento. Ela pode ser linguagem, vínculo, elaboração e uma forma de expressão quando as palavras não alcançam tudo. Em saúde mental, isso importa muito. Há momentos em que o sofrimento ocupa tanto espaço que a pessoa passa a se enxergar apenas por aquilo que dói. Um cuidado verdadeiramente humano procura fazer o movimento contrário: compreender o sofrimento sem apagar a identidade, acolher sem invadir e ajudar a reconstruir sentido sem impor uma forma única de existir. A arte pode favorecer expressão, autorreflexão, pertencimento e elaboração emocional. Não substitui tratamento quando ele é necessário, mas pode integrar processos terapêuticos e ampliar caminhos de cuidado. Talvez uma das contribuições mais bonitas deixadas por Nise seja justamente essa: antes de enxergar um diagnóstico, é preciso enxergar uma pessoa. E, muitas vezes, cuidar também é ajudar alguém a reencontrar partes de si que o sofrimento havia deixado em silêncio.
  • O que acontece durante um ataque de pânico? Um ataque de pânico é um episódio de medo ou desconforto intenso que pode surgir rapidamente e vir acompanhado de sintomas físicos importantes. Palpitações, falta de ar, tremores, suor, tontura, sensação de aperto no peito e medo de perder o controle estão entre as manifestações possíveis. Como essas sensações são muito intensas, é comum que a pessoa interprete o episódio como sinal de uma doença grave ou de perigo iminente. Um episódio isolado, porém, não significa necessariamente transtorno do pânico. A avaliação se torna especialmente importante quando as crises se repetem, existe preocupação persistente com novas crises ou começam a surgir comportamentos de evitação — como deixar de dirigir, viajar, permanecer sozinho, frequentar determinados lugares ou realizar atividades habituais. Também é importante lembrar que alguns sintomas podem ocorrer em condições clínicas não psiquiátricas. Por isso, principalmente diante de um primeiro episódio, sintomas diferentes do habitual ou sinais de maior gravidade, é importante considerar avaliação médica. Ataque de pânico é tratável. E compreender o que está acontecendo já pode ser parte importante do cuidado.
  • O tratamento em saúde mental não se resume ao uso de medicamentos. Dependendo do quadro e das necessidades de cada pessoa, o cuidado pode incluir psicoterapia, organização do sono, atividade física regular, fortalecimento de vínculos, lazer, estruturação da rotina, redução do consumo de álcool e outras substâncias e outras mudanças de estilo de vida. Filmes, livros, música e outras experiências culturais não substituem tratamento profissional, mas podem favorecer reflexão, expressão emocional e contato com temas importantes da própria vida. Neste fim de semana, deixo como sugestão O Vendedor de Sonhos, uma obra que aborda sofrimento emocional, sentido de vida, vínculos, esperança e possibilidades de recomeço. O mais importante é compreender que o cuidado em saúde mental deve ser individualizado e pode envolver diferentes estratégias — medicamentosas e não medicamentosas — de acordo com cada situação.
  • Preocupar-se faz parte da vida. O que diferencia uma preocupação comum de um possível quadro de ansiedade é, entre outros fatores, a intensidade, a frequência, a dificuldade de controle e o impacto no funcionamento diário. Pessoas com ansiedade persistente podem apresentar dificuldade para relaxar, irritabilidade, fadiga, tensão muscular, alterações do sono e dificuldade de concentração. A avaliação clínica não deve se basear apenas na presença de sintomas, mas também no grau de sofrimento e prejuízo funcional. Quando a preocupação passa a ocupar espaço demais na rotina, uma avaliação individualizada pode ajudar a compreender o quadro e orientar o cuidado adequado.
Doenças tratadas
  • Transtornos de ansiedade generalizados
  • Transtorno depressivo maior
  • Trauma psicológico
  • Estresse
  • Insônia
  • Fobia social
  • Processos de luto
  • Síndrome de burnout
  • Síndrome do pânico
  • Transtorno do pânico
  • Transtorno obsessivo compulsivo - TOC
  • Tristeza profunda e prolongada
Redes sociais

Marcar uma visita

Teleconsulta (atendimento on-line em saúde mental do adulto)



Ligar ao especialista

Selecionar a data conveniente e marcar uma consulta!

Poliangra (atendimento presencial em saúde mental do adulto)

Rua Honório Lima, 69
23900-211 Angra Dos Reis, Rio de Janeiro RJ
Ligar ao especialista

Selecionar a data conveniente e marcar uma consulta!

Marka Med

Rua Pereira Peixoto, 68
23900-440 Angra Dos Reis, Rio de Janeiro RJ
Ligar ao especialista

Particular

Rua Honório Lima, 69
23900-211 Angra Dos Reis, Rio de Janeiro RJ
Ligar ao especialista

Preço

Teleconsulta 300 BRL
Atendimento em saúde mental 200 BRL
Consulta médica acompanhamento 300 BRL
Consulta de segunda opinião 300 BRL
Primeira consulta 300 BRL
Tratamento da ansiedade 300 BRL
Tratamento da insônia 300 BRL
Plano assistencial - familiar/luto 300 BRL
Tratamento do transtorno de estresse pós-traumático 300 BRL
Tratamento da depressão 300 BRL
Tratamento para síndrome de burnout 300 BRL

Opiniões dos pacientes

Exame trabalhista Empresa expliquei minhas condições saúde gracas a Deus tudo ok a dr foi excepcional no atendimento
Paciente
Paciente
Fui consultafo pela médica por fazer um ASO, não a conhecia mas a mesma é muito profissional. Me atendeu super bem.
Paciente
Paciente
Fui ,ser consultado pois eatava precisando ,motivos pessoais
Paciente
Paciente
Ela foi extremamente atenciosa, cuidadosa, eu amei
Paciente
Paciente
Gostei muito ótima doutora gostei do atendimento
Paciente
Paciente
Atenciosa , carinhosa, muito comunicativa . Ótimo atendimento.
Paciente
Paciente
Exame periódico. Excelente profissional, simpática, comunicativa, disposta a esclarecer dúvidas e que exerce a profissão com maestria!
Paciente
Paciente
Fui Fazer um exame demissional, fui muito bem recebido e muito bem examinado , excelente profissional!
Paciente
Paciente
Ótima profissional muito atenciosa Procura entender o que de fato gera as crise de ansiedade e tenta ajudar no foco do problema
Paciente
Paciente
Esta dr parabéns muito atenciosa muito simpática competência 100 obrigado
Paciente
Paciente
Atendimento perfeito, doutora muito simpática e atenciosa
Paciente
Paciente
Muito atenciosa e bem explicativa! Me atendeu super bem!
Paciente
Paciente
A doutora me atendeu de forma esplendida, não poderia ter consulta melhor. Muito atenciosa, e com pontualidade nos horários
Paciente
Paciente
Boa pessoa , ótima profissional e ótima pessoa , atenciosa.
Paciente
Paciente
Me atenderam muito bem ! Estão de parabéns tem ótimos profissionais
Paciente
Paciente
Muito atenciosa, sabe das coisas e uma profissional exemplar
Paciente
Paciente
Recepção agradável, tempo de espera satisfatório e atendimento acolhedor.
Paciente
Paciente
O horário foi muito bom ela divertir os passientes
Paciente
Paciente
Gostei muito da consulta super atenciosa, a hora passou e nem percebi, foi uma consulta leve.
Paciente
Paciente
Todo o processo foi maravilhoso ótima profissional.
Paciente
Paciente
Extremamente respeitosa, e muito profissional. Demonstrou muita paciência e cautela na consulta.
Paciente
Paciente
Ótima profissional, atenciosa, carismática. Recomendo.
Paciente
Paciente
Excelente profissional, com uma boa dinâmica para tratar os pacientes.
Paciente
Paciente
Profissional estremamente preparada, realmente preocupada com o bem estar .
Paciente
Paciente
Com toda a certeza, foi o melhor exame Admissional que tive na minha vida.
Paciente
Paciente
Apaixonante, educada, atenciosa. Poucas vezes fui tão bem tratado por um profissional da saúde, o que há de beleza há de carisma, foi uma consulta simples mas que demonstra o amor pela profissão.
Paciente
Paciente
Ótima profissional,olha nos olhos e faz seu trabalho bem feito !
Paciente
Paciente
Muito atenciosa e cuidadosa. Inspira confiança. Recomendo
Paciente
Paciente
Eu nao a conhecia ,Ela é maravilhosa,super atenciosa,cuidadosa e gente maravilhosa.
Paciente
Paciente
Atenciosa, muito educada e super profissional fui atendido com muita eficiência
Paciente
Paciente
Ótimo pessoa, perfeita profissional Fiquei muito satisfeito
Paciente
Paciente
Excelente profissional. Muito atenciosa se preocupa com os pacientes que ali estão.
Paciente
Paciente
Ótimos conselhos e um ótimo atendimento. Super até até coisa durante o atendimento .
Paciente
Paciente
Uma excelente profissional, muito obrigado pelo atendimento.
Paciente
Paciente
Gostaria de deixar meu elogio pelo atendimento. A médica foi extremamente humana, atenciosa e simpática, transmitindo muita tranquilidade e segurança durante a consulta. É muito bom ser atendida por uma profissional que, além de competente, demonstra empatia e carinho com o paciente.
Paciente
Paciente
Muito atencioso, profissional, com diálogos perfeitos.
Paciente
Paciente
Profissional maravilhosa, excelente, muito atenciosa! Amei meu atendimento.
Paciente
Paciente
Ela foi super eficiente e atenciosa, teve um carinho enorme e uma preocupação sem igual.
Paciente
Paciente
Ótima profissional, atenciosa e competente. Tudo perfeito!
Paciente
Paciente
Muito atenciosa, explica tudo com muita paciência e cautela, de uma educação excelente e uma energia maravilhosa
Paciente
Paciente
Foi ótimo educada atenciosa e uma excelente profissional
Paciente
Paciente
Doutora extremamente gentil, atenciosa e prestativa. Atendimento excelente, demonstrando cuidado, profissionalismo e dedicação em todos os momentos.
Paciente
Paciente
Atendimento excelente, com explicações claras e detalhadas. Muito atencioso, pontual e cuidadoso durante toda a consulta.
Paciente
Paciente
Médica excelente! Super atenciosa, simpática e claramente se preocupa com o bem-estar do paciente!
Paciente
Paciente
A médica e maravilhosa muito atenciosa as meninas da recepção muito bem educadas
Paciente
Paciente
Atendimento Humanizado e Preocupação Nota 10, Excelente Clínica, algo raro em Angra dos Reis.
Paciente
Paciente
Profissional muito atenciosa durante todo o atendimento.
Paciente
Paciente
Bem atenciosa e explicativa. Tirou minhas dúvidas e deu boas orientações
Paciente
Paciente
Gostei muito do atendimento da doutora Marjorie Caldellas,super atenciosa no atendimento e simpática.
Paciente
Paciente
Muito simpática, conselheira , educada e atenciosa
Paciente
Paciente
Gostaria de agradecer a Dra. pelo excelente atendimento e pelas explicações. Sucesso em sua jornada Dra.
Paciente
Paciente
Super educada quando entrei no consultório,atendimento espetacular,
Paciente
Paciente
Ótima profissional. educada.pontual. e nao deixou nenhuma dúvida. super indico
Paciente
Paciente
Super Dedicada e atenciosa com os pacientes! Extremamente educada parabéns pelo atendimento!
Paciente
Paciente
A melhor Doutora que me atendeu em anos, calma, serena, atenciosa e profissional, é uma profissional excepcional.
Paciente
Paciente
Excelente profissional, muito educada e atenciosa.
Paciente
Paciente
profissional de excelência muito educada, atenciosa
Paciente
Paciente
Foi um pouco demorado na fila, porem a consulta foi rapida, especialista incrível e profissional
Paciente
Paciente
Excelente profissional. Muito atenciosa, me deu alguns conselhos para que eu possa ter uma melhor saúde .
Paciente
Paciente
Muito bom muito atenciosa de forma que nunca receber.
Paciente
Paciente
Excelente Médica, muito atenciosa e dedicada ao paciente
Paciente
Paciente
Doutora muito atenciosa, consulta foi leve e tranquila!!
Paciente
Paciente
Excelente profissional, atendimento humanizado... atenciosa e muito clara nas suas explicações
Paciente
Paciente
A doutora é muito atenciosa e simpática, tirou todas as minhas dúvidas, com certeza recomendo a doutora para amigos e familiares.
Paciente
Paciente
Atenciosa , explicou muito bem as minhas duvidas , parabéns
Paciente
Paciente
A doutora é um amor de pessoa foi maravilhosa e muito atenciosa.
Paciente
Paciente
Muito atenciosa e acertava, com certeza voltarei a me consultar.
Paciente
Paciente
Um atendimento em um ambiente com pessoas educadas e eficazes,que na verdade colaboram no atendimento,a médica alem de atenciosa
Paciente
Paciente
Muito atenciosa e humana, conversou bastante comigo, nada de atendimento superficial, mas humanizada!
Paciente
Paciente
Ela e muito legal gostei dela e simpática demais
Paciente
Paciente
Muito atenciosa, preocupada com o bem estar, explica bem.
Paciente
Paciente
Foi MT bom e dá atenção e ouve bem o paciente e sempre com respeito e educação
Paciente
Paciente
Parabéns pelo seu atendimento e a sua atenção ao paciente muito obrigado mesmo .
Paciente
Paciente
Ótima profissional,muito atenciosa e pontual no horário
Paciente
Paciente
Tudo foi muito nomela e muito carinhosa amiga tenta Fazer o wie pode pra ajuda
Paciente
Paciente
Uma excelente profissional meus parabéns amei o atendimento
Paciente
Paciente
Ótimo atendimento, ela explica bem e da bastante atenção
Paciente
Paciente
Médica atenciosa, cumpriu os protocolos com atenção.
Paciente
Paciente
Ótimo atendimento, atenciosa e simpática, bonita e sorridente!
Paciente
Paciente
Gostaria de deixar registrado meu profundo agradecimento pelo atendimento. Ir a uma consulta de medicina do trabalho às vezes gera ansiedade, mas a forma humana, acolhedora e respeitosa com que fui tratado(a) fez toda a diferença. Um exemplo de profissionalismo e empatia.
Paciente
Paciente
Excelente profissional, humano, empatia acolhedora
Paciente
Paciente
Atendimento de excelência! Profissional e humano
Paciente
Paciente
Uma excelente profissional, foi super atenciosa comigo, me acolheu, me tratou super bem, e explicou tudo. Difícil achar uma profissional tão qualificada assim hoje em dia, super recomendo!
Paciente
Paciente
Atendimento atencioso, com riqueza de detalhes e da orientação de tratamentos e cuidados para um melhor acompanhamento da nossa saúde.
Paciente
Paciente
O exame periódico mais colhedor que tive, fiquei muito feliz em conhecer a Dra. Marjorie
Paciente
Paciente
Muito obrigada pelo carinho,dedicação e paciência pelo que me tratou.Mais do que um excelente profissional, vc foi humano com suas palavras.Fez toda diferença na minha nova rotina.
Paciente
Paciente
Muito simpática e amorosa no atendimento atendimento excelente
Paciente
Paciente
Dra. Marjorie é uma profissional de excelência, muito atenciosa, cuidadosa e empática durante a consulta e o tratamento a partir de então.
Paciente
Paciente
Dr Marjorie, sempre muito atenciosa e cuidadosa com os pacientes. Quer uma médica como antigamente que investiga tudo e super cuidadosa com o paciente, ela é assim. Perfeita
Paciente
Paciente
Drª Marjorie é uma profissional bastante zelosa, cuida dos seus pacientes com muita atenção e carinho. Cuida de nós com muito amor.
Paciente
Paciente
A Dr. Marjorie é uma excelente profissional. Boa ouvinte, muito atenciosa e carinhosa nas palavras e nos cuidados .
Paciente
Paciente
...

Quer agendar uma consulta?

Marcar uma visita Entre em contato